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Não sei qual a verdadeira intensão dessa moça ao fazer estas casas no meio da floresta de seu país. Mas, ao fazê-las, nos mostra que, em caso de necessidade, podemos nos arranjar muito bem. Mesmo que seja somente para mostrar seu talento como construtora, acredito que ela mostre muito mais do que percebemos a primeira vista.
Em primeiro lugar, ela não constrói uma simples abrigo para passar um dia (ou um pouco mais) com o que encontra por perto. Ela tem um planejamento. E não lhe cerceiem as dificuldades para realizá-lo, pois ela faz tudo sozinha e com poucas ferramentas.
Escolhido o local onde sua obra será realizada, ela faz a limpeza do local. Em seguida, encontra troncos de árvores que possa carregar para as estacas, cava buracos e as coloca no lugar como se fossem pilastras. E na realidade são, por isso, que as casas se mantem de pé e determinam o tamanho que a casa terá. Em seguida, encontra bambus que se transformarão no telhado. Com sua ferramenta única, corta-os em quantidade suficiente para estruturar o teto, amarrando cada bambu com fibras vegetais extraídas do próprio bambu.
Vegetais misturados ao barro e água lhe servem de uma espécie de massa de reboco que usa para cobrir o telhado e outros utensílios feitos com bambu. Mas o mais interessante é que, depois de seco, ela o trabalha como se aquela casa toda fosse uma escultura gigante. Escava-os, raspa-os, esculpe-os mostrando as belezas de sua cultura. E esses detalhes e outros aparecem na cabeceira da cama, nas cadeiras, pés da mesa, colunas etc. A delicadeza de cada traço impressiona. E aquele simples abrigo, tão necessário a uma possível sobrevivência, vai se transformando numa obra de arte visual. Uma obra que é de se encher os olhos.
Mas as boas impressões não param por aí. Ela também trabalha com cestaria que utiliza para a busca ou descarte de materiais. Tece ainda colchões e travesseiros, almofadas para as cadeiras (visto em outros vídeos). Ela ainda modela pequenas gamelas de barro onde acende o fogo para iluminar o local a noite. Modela vasos maiores para transportar água do riacho ou lago próximo e outros para outras utilidades.
Em todas as suas obras sempre há sempre aquele toque feminino: as flores colocadas em vasos ou no chão e o colorido do que construiu com tintas vegetais.
A CONSTRUÇÃO DA PISCINA
E no final de tudo, ela constrói uma piscina ao redor da casa. Sua disposição em cavar, impermeabilizar, decorar e carregar água para encher essa piscina usando um dos vasos que fez, também impressionam.
Além da escultura a céu aberto em plena floresta, ela nos da uma lição de coragem, de audácia e de superação.
Curtam mais um vídeo dessa moça corajosa e uma escultora maravilhosa.
Para quem quiser assistir mais vídeos dela, deixo aqui seu endereço digital:
Nas minhas andanças pela internet já vi muita coisa. Umas bonitas, outras feias ou horríveis. Mas nenhuma delas me impressionou tanto quanto o que esta moça faz. Vale muito a pena seguir e ver do que ela é capaz.
Infelizmente, não sei seu nome, nem de onde ela é. A única coisa que posso dizer é que é asiática e que pertence a um grupo que decidiu mostrar como se faz para sobreviver a qualquer intempérie, principalmente, numa floresta ou mata fechada.
Ela é, realmente, de uma habilidade incrível, de uma disposição invejável e de uma coragem sem par.
Assistam ao video e deixem nos comentários o que acharam do trabalho dela.
Apesar da demora em postar, tenho procurado coisas novas para vocês. Infelizmente, parece que os assuntos estavam se tornando repetitivos.
O Natal está chegando e, apesar de ser repetitivo, há sempre uma esperança de renovação no ar. E, como este ano é um Natal atípico, quero trazer para vocês algo diferente de tudo que já postei nesta época.
Hoje trouxe um jeito de fazer um presépio (para quem gosta) com coisas que se tem em casa ou por perto de nossas casas. Curtam o vídeo e quem desejar curtir e aprender as coisas lindas que este senhor faz com muito amor e criatividade, o canal dele é ALVARO MARTINS, https://www.youtube.com/user/bonsaiavare.
Vejam só que beleza!!! Uma verdadeira arte de escultura floral.
Não consegui descobrir de que país é. Só sei que o trabalho é muito, muito lindo e delicado. Quem quiser ver outros trabalhos realizados, é só copiar e colar o endereço abaixo na caixa de busca.
Aprender a trabalhar com Zentangle, é uma delícia, e já afirmei isso em outra ocasião. E se reafirmo uma citação, é porque realmente é. Não importa se saia bonito ou feio, esquisito, torto, incomum. Claro, nem tudo sai perfeito como você o eu gostaríamos.
Mas grande sacada é tentar, experimentar, tirar conclusões e encontrar soluções.
Sim, tenho problemas em desenhar rostos. E daí? Os rostos de Picasso, para mim são horrorosos, e ele continua sendo um grande nome da Pintura contemporânea.
Padrões: na blusa, flores, folhas e fundo.
Esta imagem é uma montagem. Como não conseguia alinhar o nariz e a boca, procurei mãos e tapei o rosto com elas. Padrão: fundo, flores, folhas, cabelo, roupa.
Esta imagem também é uma montagem. Repeti a primeira imagem desta página, modifiquei o cabelo, e para tampar o nariz que havia ficado muito esquisito, coloquei uma borboleta para disfarçar. Em vez de roupas, o padrão foram as borboletas e as pequenas mandalas ao fundo.
Copiada a imagem da figura humana, o que fazer ao fundo? Procurei alguns riscos nos meus guardados e achei estas flores que já havia usado em outra ocasião, podendo dar a elas uma cara nova. E foi o que fiz e achei que combinou com a figura humana Usei os padrões na roupa da moça, nas flores e nos arabescos que simulam galhos.
Ao vasculhar meus guardados encontrei esta figura de costas. Uma boa oportunidade para trabalhar novas soluções, ou como uma forma de resolução de problema (que na maioria das vezes, não precisam de fazermos contas). A primeira opção foi esta: a moça de costas para um jardim. Sim uma solução simples e pobre. ou melhor: paupérrima. Nas foi o que pensei naquele momento.
Veja se você descobre os padrões.
Este rosto já foi usado várias vezes em outras situações. Mas cada vez que o faço ele adquire um aspecto novo. E eu acho isso muito bom. Desta vez, os padrões estão no... Descubra.
Esta imagem da moça é a mesma da anterior em posição invertida, Apenas dobrei um dos braços. Então pensei: O que ela poderia estar vendo? Muitas ideias me vieram a mente: praia, vendo algo num caminho. Mas, que caminho era esse? Para onde ela estaria indo? o que chamaria sua atenção? E na minha cabeça construí uma pequena história e a contei com desenhos.
Da mesma forma que o rosto anterior, também já foi muito usado e com formas diferentes dando a sensação de ser sempre novo. Esta imagem está repleta de padrões. Você já está apta (o) a descobri-los. Então, mãos à obra. Se quiser descrevê-los, deixe nos comentários.
Trabalhar com o ZANTANGLE é muito gostoso. Quando você começa, não quer parar mais. Foi assim comigo. Vejam um pouco mais.
Para quem passou pelas fases anteriores, agora é o momento de arriscar coisas novas.
1- PÁSSAROS NO GALHO - As folhas coloridas em três tons de verde, teve como padrão pequenos quadradinhos que formam um xadrez. Mantive o fundo, o tronco e as aves com colorido normal. Ainda numa alusão ao passo dois, só que como elemento complementar da figura principal.
2- PEIXES - Neste, cada peixe tem um padrão diferente. As algas e as bolhas de ar, também formam padrões.
3- A CASA DO PIPO - Pipo é um gnomo imaginário que vive numa casa num cogumelo. Todos os elementos desta cena apresentam padrões: o telhado e a chaminé lembram tijolinhos; as paredes da casa (cabo do cogumelo) lembra a madeira antiga de um tronco de árvore; as flores maiores tem um xadrez; a porta imita madeira; a cerca tem espirais, as folhas das flores tem nervuras semelhantes e as todas as flores apresentam pequenos semicírculos. A vegetação, chão e o céu tem pintura lisa e comum.
4- ARARA AZUL - Foi muito bom realizar este trabalho. Talvez não esteja muito visível, mas podem copiar e ampliar mais, para que se vejam os detalhes. Neste trabalho, tem vários padrões. Nas folhas maiores (da árvore) cada retângulo que a forma possui um padrão diferente, mas coloridas em verde claro e escuro, garantem a unidade. As folha pequenas tem como padrão o formato em coração. As flores todas iguais e do mesmo tamanho também formam um padrão e em cada pétala, há listas. Na ave as asas tem o padrâo de semicírculos com traços alongados dando a impressão de penas. Já as da cauda da ave, tem linhas retas.
5- FRUTAS - Amei fazer esta e adorei o resultado. Neste trabalho, tudo tem padrão. Aos arabescos em azul escuro, foi desenhado, riscado e colorido (do tipo sim-não), as flores em vermelho e rosa com pétalas listadas e o miolo com pintinhas marrons. As flores menores tem um traço no meio de cada pétala, e as folhas são comuns. Como botões, em alguns galhinhos com pontas circulares há três bolinhas em tamanhos diferentes. A laranja cortada tem pequenas bolinhas mais escuras que fazem lembrar os gominhos que contém o suco da laranja. Na outra, meio descascada, a as linhas esverdeadas na camada esbranquiçada formam um padrão circular. As folhas do morando e as sementes também são padronizadas.
Espero que tenham gostado! E que experimentem como eu fiz. É muito fácil e gostoso de fazer.
Para quem quer começar ou continuar a praticar este estilo de arte, num segundo passo, comece a trabalhar a figura central, neste caso, o girassol e as folhas. Eu usei semi-círculos na flor, círculos no centro e uma linha irregular (em zigue-zague) para as folhas.
Neste outro, também em flor como motivo principal, fiz um quadriculado e pintado em linha reta. As folhas e cabos ficaram lisos e com colorido normal. Colori o fundo, mas ficou sem graça. Então, alarguei as linhas, preenchi alguns espaços, como se fosse uma treliça quadrada.
Neste trabalho, que chamei de "Mesa do Café ", os objetos centrais possuem o mesmo padrão ( a flor). No babado da toalha da mesa, duas camadas de bicos com o mesmo padrão e o passa-fitas terminando em laço sem pontas. No fundo, imitando azulejos lisos.
No "Coisas da Cozinha" cada travessa tem um padrão diferente, a chaleira tem bolinhas. A mesa imita madeira e no fundo, os azulejos são floridos
No "Jardim", as flores apresentam como padrão, linhas finas e curvas e as folhas, os traços retos imitam as nervuras. O espaço do jardim, formado por traços retos verticais, imitam a vegetação. As borboletas, apresentam padrões diferentes em cada uma
A aparência esbranquiçada das fotos é devido ao lápis.
ZENTANGLE (ou Zentagle) é um método de desenho fácil de aprender e fazer, é divertido e relaxante. Faz-se ou cria-se desenhos belíssimos, incríveis, inéditos e personalizados usando apenas padrões.
Considera-se como padrões todos os tipos de linhas e as figuras geométricas (incluindo as circulares) que você a escolhe de acordo com sua preferência e a repete tantas vezes forem necessárias. E cada padrão é o praticante deste tipo de arte quem cria. QUEM INVENTOU ESSE MÉTODO DE DESENHO?
A norte americana, Maria Thomas tinha uma profissão estressante. E percebeu que quando ela estava ao telefone resolvendo um problema difícil, rabiscava formas geométricas as repetia inúmeras vezes numa folha de papel. Ela percebeu que ao agir dessa forma tinha uma sensação de liberdade, de bem-estar, que sua atenção e concentração melhoravam e a medida em prosseguia, ficava mais relaxada para tratar dos tais assuntos. Percebeu também que o resultado do que fizera eram desenhos inesperados e bonitos.
Levou um tempo para que ela falasse isso ao marido, o desenhista Rick Roberts. Ao mostrar os desenhos que guardara e ao demonstrar como fazia eles resolveram criar um sistema simples e que foi denominado como “ZENTANGLE”.
Este sistema se tornou muito popular no mundo todo e atingiu pessoas de todas as idades.
O QUE É PRECISO PARA EXECUTAR ESSA TÉCNICA?
Você precisará de: papel, lápis (preto ou colorido), canetas hidrocor, criatividade e determinação. Sua ação é ilimitada. A única proibição é O USO DA BORRACHA. Segundo afirmam os autores, não podemos apagar os erros cometidos durante nossa vida. Ao contrário, buscamos uma forma de repará-lo. É assim que devemos fazer ao praticar o Zentagle: "reparar o erro".
PODEMOS PREVER COMO FICARÁ O DESENHO NO FINAL?
Não, você cria e executam sem planejamento prévio, como ocorre em outros tipos de arte. No entanto, este método permite que você parte do simples e vá se expandindo para novas ideias de forma livre, irrestrita e sem qualquer preconceito limitantes. Não existe o feio, o impróprio. Tudo é permitido, e não precisa usar um único padrão, ao contrário, fica mais bonito e mais rico quando você incorpora outros padrões. Para os iniciantes, sugiro um ou dois padrões e, ir aumentando aos poucos, como nestes que fiz e colori com lápis de cor ( por isso as fotos terem ficado esbranquiçadas.)
ÂNFORA e FUNDO padronizados
ROSAS (todas iguais) e o VASO - formam os padrões
A MURETA E O VESTIDO da moça - como padrões
PEIXES - com padrões diferentes
Podem começar com o fundo e uma das peças para ir se acostumando. E a medida que for praticando, vai aos poucos, introduzindo novos padrões. Até que fiquem assim. O que se obtém ao final é sempre um desenho abstrato bastante interessante.
Vamos falar mais sobre o Zentangle, nas próximas postagens.
Se você não gosta de nada complicado também pode fazer uma ALTERED BOOK, como por exemplo, estas novas ideias:
COLANDO flores, borboletas ou brinquedos (animais, carros bonecas, etc). As flores podem ser de papel ou de tecido (dessas compradas prontas). Abra numa página qualquer e cole como gostar.
Cole laços ou borboletas (ou o que quiser) nas pontas das folhas do livro.
Para colar objetos, corte-os ao meio, rasgue uma parte das folhas e coloque o objeto escolhido como se estivesse rompendo as folhas.
Mas, se para você ainda é difícil, faça um desenho e dê um bonito bem colorido.
Uma outra sugestão é procurar uma figura do seu interesse, recorte e cole, sobre um fundo colorido à lápis ou a tinta.
Quero te mostrar um outro tipo de recorte: o LIVRO ESCAVADO.
Uma obra de arte que faz parte do chamado "ALTERED BOOK", realizados com livros bem grossos. Neles, os recortes são mais simples, irregulares, retos ou inclinados, ou ainda, feitos em patamares que incluem um ou mais livros, como se vê na foto acima. E nesses patamares, você coloca a decoração que quiser (bonecos, carros, casas, árvores, galhos secos,).
Nas fotos, as casas são feitas com papelão resistente e encapado com os pedaços retirados do próprio livros nos recortes. As árvores também são aproveitamentos dos pedaços retirados. Depois, tudo é colado sobre os grupos de folhas colados.
Três dicas: No caso de tentar a montanha da segunda imagem: a) cole todas as folhas em pequenos grupos (de 15 a 20-25) folhas antes de recortar; b) comece os recortes de trás para a frente; c) use um estilete bem afiado.
Para fazer estes ALTERED
BOOKS você precisa ter um conhecimento, mesmo que seja mínimo de “perspectiva”
e dos “planos do desenho”. Embora muitas pessoas achem esses termos tratam de
algo muito difíceis, na realidade, não são.
Quando se percebe o que
está no fundo, no meio e na frente estamos falando dos “planos do desenho”.
Cena de “O MÁGICO DE OZ”
Esta imagem é bem fácil de
compreender.
Pode-se perceber que o
livro foi dividido em duas partes desiguais: a esquerda possui menos páginas
que a direita. E aqui vão umas dicas: a) você não precisa recortar o livro
todo; b) não precisa dividir apenas ao meio e c) pode ser recortado em dos dois
lados de modos diferentes para compor uma cena. Isto depende de você e/ou da
imagem que quer reproduzir.
Sendo assim, observe a
figura escolhida conte os planos do desenho e divida o livro em grupos de
folhas da mesma quantidade. Se sobrarem folhas, tudo bem. Outra “dica” sobre os
recortes: você pode recortar com as mãos (se quiser mais rústico), com tesoura
ou com estilete (se quiser mais certinho).
Repare nas montanhas ou
morros (como queiram) e percebam estão em posições diferentes e como elas continuam
na outra página. Elas fazem parte do plano central. Para isso, forme grupinhos
de páginas e recorte-as em alturas lados diferentes. Repare também nas que
estão na direita. Repare como as mais baixas da direita dão a impressão de
estarem mais distantes.
No plano da frente, estão
os quatro personagens e no último plano, o céu (esquerda) e o castelo (a
direita).
Já a “perspectiva” nos dá
a impressão de “distanciamento” das coisas, isto é, vão diminuindo de tamanho à
medida que vai se vão ficando mais longe.
Repare na escada da imagem
acima. (Se não conseguirem ver, pode copiar, colar e ampliar seu tamanho).
Observe a escada e compare o primeiro degrau com o último. Isso é perspectiva.
Ou melhor, tudo o que está mais perto de nós é maior do que está longe (sempre
menor). É assim que nossos olhos percebem na vida real e é aplicado no desenho
e na pintura.
Tanto na primeira foto,
quanto na segunda, você é quem comanda os recortes, mas sem esquecer dessas
duas coisinhas importantes: os planos e a perspectiva.
Particularmente,
estes são os que mais gosto. Para fazer esta arte você precisa de: um livro
antigo, um estilete, régua, cola branca, uma figura ou objeto, sobras de
papéis, tintas e pincéis ou rolinho, canetas "hidrocor" ou lápis de cor (se
preferir), além de outros enfeites.
Veja
este modelo:
Vamos
ao passo a passo?
1-
Para iniciar, verifique o estado do livro escolhido e conserte-o se for
necessário. Encape-o com papel ou tecido caso esteja muito ruim e use cola
branca de boa qualidade.
2-
Decida também como você quer o resultado final: manter a antiguidade do livro
ou dar a ele um ar de modernidade? Isto definirá o restante dos passos.
3-
A escolha o motivo a ser retratado: um objeto, ramos secos, flores, foto ou
paisagem, um desenho seu, entre outros devem seguir o resultado final
determinado no passo anterior. Isso envolve também as cores a serem usadas seja
na pintura com tinta ou com lápis, seja nos papéis caso queira usá-los.
4-
Escolhido o motivo, decida onde você quer vê-lo: logo no início ou no meio do
trabalho. Se sua escolha for abrir o livro e já ver o motivo escolhido deixe de
20 a 50 folhas (dependendo da grossura do livro). Caso você queira ver o seu
motivo no meio do livro, deixe o mesmo tanto de folhas no início também.
5-
Escolha uma forma (quadrado, retângulo, círculo ou oval) que combine com o
formato do livro escolhido e que valorize o motivo escolhido. Trace a forma com
uma régua no local desejado e recorte-a cuidadosamente com o auxílio de um
estilete. Marque bem a parte inicial e final da parte a ser recortada com
folhas coloridas ou papelão grosso para que você não recorte além do limite
determinado.
6-
Você precisa decidir que as folhas iniciais ficarão soltas ou presas (formando
uma página única e grossa). Se ficarem soltas, trate de colar as folhas
recortadas, principalmente na borda do recorte e na borda exterior das páginas.
Se ficarem presas, cole tudo e deixe secar bem. Em todos os casos use rolinho
para passar a cola (fica uma camada mais fina e seca mais rápido do que com o
pincel). Deixe secar bem.
7-
Se escolheu uma figura, observe a cor que mais aparece nela e que combine com o
seu desejo de manter a antiguidade ou a modernidade da obra. Disso depende a
escolha a cor que você dará à peça. Misturando-se um pouco de marrom a essa
cor, encontramos um tom mais escuro o que nos permite a formar um sombreado. O
marrom sozinho sobre a cor decida, envelhece a peça. Mas cuidado: o pincel deve
estar seco, a tinta deve ser pura e retirar o excesso em um papel ou pano. Só
então ele dá o envelhecimento. Caso contrário, estragará o seu trabalho. Faça o
mesmo com outros motivos. Pinta a capa do livro interna e externamente. Deixe
secar novamente.
8-
Cole o grupo de folhas (soltas ou presas) do final do livro na contracapa
interna. Sobre esse grupo, cole a figura escolhida (caso seja este o motivo). Cole-a
a parte recortada por cima da figura e o grupo inicial de folhas (soltas ou
presas) na contracapa interna. Caso tenha escolhido outro motivo, faça apenas
as colagens das partes. Deixe secar.
9-
Decore o motivo escolhido conforme sua preferência e cole-o (s) para
complementar seu trabalho já decorados. Decore a capa finalmente, mantendo o
padrão de sua escolha.