Mostrando postagens com marcador cultura e informação. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador cultura e informação. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 7 de julho de 2020

4º passo - ZENTANGLE

No quarto passo entra a figura humana. Comece com padrões na área do cabelo. Não importa o qual seja o padrão. Fica bonito do mesmo jeito.

Padrão: mecanismo de relógio, roupa e fundo

Padrões variados: no cabelo, no vestido, nas 
flores, nas flores e nos galhos (tipo fita de filme)

Padrão: mini-rosas, folhas e um pedaço 
da roupa

Padrões diversos nos cabelos, no vestido, nas 
bolinhas e arabescos do fundo

Padrões diversos: no casquete verde (em forma
 de arabescos indianos), flores rosa e folhas, fundo.

                                                               Espero que tenham gostado.

quarta-feira, 4 de março de 2020

ALTERED BOOK COM RECORTES MAIS COMPLEXOS


Para fazer estes ALTERED BOOKS você precisa ter um conhecimento, mesmo que seja mínimo de “perspectiva” e dos “planos do desenho”. Embora muitas pessoas achem esses termos tratam de algo muito difíceis, na realidade, não são.
Quando se percebe o que está no fundo, no meio e na frente estamos falando dos “planos do desenho”.

Cena de “O MÁGICO DE OZ”

Esta imagem é bem fácil de compreender.

Pode-se perceber que o livro foi dividido em duas partes desiguais: a esquerda possui menos páginas que a direita. E aqui vão umas dicas: a) você não precisa recortar o livro todo; b) não precisa dividir apenas ao meio e c) pode ser recortado em dos dois lados de modos diferentes para compor uma cena. Isto depende de você e/ou da imagem que quer reproduzir.

Sendo assim, observe a figura escolhida conte os planos do desenho e divida o livro em grupos de folhas da mesma quantidade. Se sobrarem folhas, tudo bem. Outra “dica” sobre os recortes: você pode recortar com as mãos (se quiser mais rústico), com tesoura ou com estilete (se quiser mais certinho).

Repare nas montanhas ou morros (como queiram) e percebam estão em posições diferentes e como elas continuam na outra página. Elas fazem parte do plano central. Para isso, forme grupinhos de páginas e recorte-as em alturas lados diferentes. Repare também nas que estão na direita. Repare como as mais baixas da direita dão a impressão de estarem mais distantes.

No plano da frente, estão os quatro personagens e no último plano, o céu (esquerda) e o castelo (a direita).




Já a “perspectiva” nos dá a impressão de “distanciamento” das coisas, isto é, vão diminuindo de tamanho à medida que vai se vão ficando mais longe.
Repare na escada da imagem acima. (Se não conseguirem ver, pode copiar, colar e ampliar seu tamanho). Observe a escada e compare o primeiro degrau com o último. Isso é perspectiva. Ou melhor, tudo o que está mais perto de nós é maior do que está longe (sempre menor). É assim que nossos olhos percebem na vida real e é aplicado no desenho e na pintura.

Tanto na primeira foto, quanto na segunda, você é quem comanda os recortes, mas sem esquecer dessas duas coisinhas importantes: os planos e a perspectiva.

 

Eu acho tudo isso incrivelmente belo! E você?

segunda-feira, 18 de março de 2019

RECICLANDO PAPELÃO E FAZENDO ARTE

Vejam que lindo!

Serve como objeto de decoração ou um abajur diferenciado.

Aprenda a fazê-lo seguindo o passo a passo que 
o vídeo apresenta


Sugestão do canal "Mãe Criativo" do Youtube

sexta-feira, 7 de setembro de 2018

GRAMATURAS E TIPOS DE PAPÉIS


Existe uma variedade enorme de tipos de papéis. E de tempos em tempos, outros novos aparecem. Uns são brancos, coloridos, brilhantes, foscos, lisos ou estampados.

Gramatura é o peso da folha de papel por metro quadrado (m²) dado na grossura do papel. E é essa grossura, mas o material utilizado na sua confecção que difere um tipo dos demais. Na indústria de papel, a GRAMATURA é chamada de “gramagem”.  É uma medida padronizada, expressa em gramas (1g/m²) como exigência da ISSO 536. No entanto, podemos encontrar papéis que pesem mais ou menos que essa medida.

Para fazermos qualquer coisa, devemos levar em conta o tipo e a gramatura mais adequada ao propósito do que queremos fazer. O papel mais adequado, portanto, tem a ver com a gramatura do papel.


Se queremos escrever, desenhar ou fazer impressões caseiras ou comerciais (papel timbrado, marcar pedidos, notas fiscais, recibos) usamos o papel OFF SET (mais conhecido como o sulfite), de gramaturas 70, 75, 90, 120, 150, 180 e 240g. Normalmente, é um papel branco, mas pode ser encontrado também nas cores: rosa, azul, verde e amarelo.


Para impressões mais delicadas como, devemos usar o papel COUCHÊ, por ter melhor qualidade e gramaturas de 70, 75, 90 e 115g (de fabricação nacional). Este tipo de papel pode ser encontrado nas cores branco e colorido, sendo:

papel couchê duplex

calendário feito de papel couchê triplex

- brilhante em ambas as faces (COUCHÊ DUPLEX OU TRIPLEX de gramatura 270, 300 e 370g (importado); usados para fazer: folhas para a confecção de livros, revistas, folders e catálogos.

- uma face brilhante e a outra opaca, de gramaturas de 75, 90, 115, 150, 170 e 230g (nacional); usados para fazer: rótulos, etiquetas, calendários (de mesa ou de parede)

- ambas as faces são opacas e nas gramaturas 75, 90, 115, 150, 170 e 230g (nacional), para fazer: convites, pinturas, desenhos e textos impressos.


O papel BÍBLIA é um papel fabricado com uma pasta química de alto teor de carga mineral, esbranquiçado e opaco, podendo conter ou não linhas d’água. Sua gramatura máxima é de 50 g/, portanto, um papel fino, mas encorpado. Seu uso mais frequente é na impressão das Bíblias.



 O papel crepom, de seda, cartolinas e color set  são feitos com papel bouffant.






O papel BOUFFANT, feito essencialmente de pasta química branqueada, com alto teor de carga mineral (10%), sem adição de cola, podendo ou não conter linha d’água. È um papel encorpado e absorvente, de boa qualidade e pode ser usado na impressão de livros, serviços de tipografia e cópias mimeografadas. O bouffant de qualidade inferior, contém pasta mecânica. Apesar serem bastante semelhantes, diferem na qualidade e no preço.

 
papel kraft

papel pardo

Papéis mais grossos, como os KRAFT e PARDO, são apropriados para embrulhar coisas, fazer sacolas, forrar prateleiras e outros, por serem mais duráveis e resistentes. A diferença entre um e outro é o brilho e a espessura do papel. O papel pardo tem um lado brilhante e é mais fino que o Kraft. 

Com o papel pardo faz-se envelopes encontrados em qualquer papelaria e sacolas de papel.

 

A reciclagem de papéis começa ainda na indústria. Os papéis que apresentam defeitos de composição ou de gramatura são reutilizados na fabricação de papéis mais rústicos como o CORRUGADO e o PAPELÃO.

papel corrugado - cor única e brilho

papel corrugado fantasia

O papel CORRUGADO ou ondulado (como é mais conhecido) é composto de fibras de celulose com sobra de um monte de papéis de tipos e gramaturas diferentes. Esses papéis colados e prensados numa matriz ondulada. O corrugado é aquele que tem o direito ondulado e o avesso liso. Servem para a confecção de caixas e embalagens importantes.

papel cartão fosco ou brilhante são papelões finos

Já o PAPELÃO é composto por 80% de material reciclado e o restante de material novo. A produção mundial da reciclagem de papéis transformando-os em papelão vêm crescendo a cada ano desde 1998, chegando a uma produção de 1 bilhão e 600 milhões de toneladas. Esta é uma taxa de 71,6% maior, se comparadas com outros tipos de embalagens, inclusive das plásticas. Só o Brasil produz 1,6 milhões desse papelão.


O papelão mais grosso é formado por 3 camadas de papéis virgens ou reciclados: a) as capas (ou forros) externas é um papelão fino que reveste a camada interna (ou miolo) feita de um papelão corrugado. O miolo pode ter uma ou duas camadas de papel corrugado separadas por uma camada de papelão fino, de uma qualidade inferior.


Na reciclagem do papelão ondulado, o “aparista ou papeleiro” tem grande importância; é ele o responsável pela triagem e qualidade do material destinado às indústrias recicladoras.



Seu principal uso é na confecção de caixas, por serem muito resistentes, firmes e leves. Seus maiores consumidores são as indústrias de produtos alimentícios, bebidas, eletrodomésticos, fruticultura e avicultura. No entanto, o mundo desperdiça 5% do papelão. Nas principais zonas urbanas, as caixas de papelão são descartadas.

Todos esses papéis podem ser reciclados tanto pelas indústrias ou de forma artística, evitando o corte de árvores para a aquisição da celulose. É preciso dizer que essas indústrias têm cuidado da conservação ambiental, plantando e replantando árvores em matas próprias e destinadas a esta finalidade. 

quarta-feira, 6 de junho de 2018

MATERIAIS NÃO RECICLÁVEIS





A lista dos materiais que não podem ser ou não devem ser reciclados é longa. Como por exemplo:


a) VIDROS temperados de janelas, lâmpadas (de todos os tipos), espelhos ,boxe de banheiros ou de carros, ampolas de remédios (devido a facilidade de contaminação).


b) CERÂMICAS (pisos e azulejos) e LOUÇAS (pratos, xícaras e pires, pirex), porque as indústrias não se mostram interessadas comercialmente na reciclagem. Na reciclagem artística alguns itens desta lista são reaproveitados integralmente ou em partes, podendo ser pintados para servir de vasos ou outros ornamentos caseiros, ou como parte da decoração de caixas de MDF e quadros.


c) ACRÍLICOS, BOXES TEMPERADOS, LENTES DE ÓCULOS e TUBO DE TV -  não podem ser aproveitados.

d) PAPÉIS do tipo: celofane, carbono, higiênico, guardanapos e papel toalha usados, laminados amassados e plastificados também não devem ser reaproveitados. Mas limpos colaboram, e muito, dando um efeito diferente por causa de suas texturas.

e) FRALDAS DESCARTÁVEIS, ETIQUETAS E ADESIVOS, FITA CREPE, A CAMADA INTERNA DOS SACOS DE CIMENTO não devem ser aproveitadas, porém, a camada de fora deve ser aproveitada seja na papietagem ou para dar mais resistência á peça.


f) FILMES FOTOGRÁFICOS, exames radiográficos e devem ser aproveitados, desde que muito bem limpos com alvejantes. Fotos antigas e amareladas pelo tempo ficam charmosas em quadrinhos ou caixas decoradas ao estilo víntage.


g) LATAS DE INSETICIDAS, SOLVENTES, AEROSSÓIS E VERNIZES, CLIPES, GRAMPOS  E AS ESPONJAS DE AÇO enferrujados não devem ser aproveitados. Muita gente joga fora as latas de tinta. Mas elas também podem ser reaproveitadas quando bem limpas.

h) Dentro dos itens de plásticos, somente os potes moles de iogurte não devem ser utilizados. Todos os demais devem ser reaproveitados.

i) ESPONJA DE LIMPEZA doméstica, ESPUMA VINÍLICA ACETINADA (eva), EMBRULHO DE SALGADINHO e de BALAS não devem ser aproveitados. Porém, rolhas de cortiça (de todos os tipos) devem ser limpas e reaproveitadas.

j) ISOPOR (de todas as espessuras) é altamente reciclável, fácil de limpar e bem aceito na reciclagem artística. Na reciclagem industrial, devido ao baixo retorno financeiro, não há interesse.

k) PILHAS, LÂMPADAS FLUORESCENTES.  BATERIAS E PRODUTOS ELETRÔNICOS


não devem ser reaproveitadas, pois os materiais de seu interior pode contaminar o ambiente (solo e água). Por isso, não devem ser reaproveitado, nem devem ser colocado junto com o lixo comum. Existem locais apropriados para este descarte.


AJUDE A VIVERMOS UM MUNDO MELHOR, RECICLE.

quinta-feira, 22 de junho de 2017

A MODA DOS ANOS 90

Com os anos 90 iniciando chega ao fim os exageros da época anterior. É um tempo onde a simplicidade impera numa ideologia chamada “minimalismo”, onde o “menos é mais”. E não é só nas roupas, mas em tudo: arquitetura, na decoração, pintura e artes em geral.



Esse processo influiu e continua influindo nas roupas com o menor número de costuras possíveis e no peso das pessoas, onde a magreza começou a ser o top a ser conquistado.

Esse espírito de que ser “magro” teve origem no Japão, onde fez com que a estética da moda ocidental se propagou pelo mundo. A criatividade dos estilistas passou a criar modelos mais largos, com curvas discretas e mais simples em termos de costuras.
OS ANOS 90 COMEÇAVAM ASSIM:

Permaneciam em moda: a calça bag, os vestidos camponeses, as camisas xadrez, os tops que deixavam a barriga sequinha de fora, os macacões (estilo jardineira) e os agasalhos amarrados na cintura. E todos estes modelos podiam ser usados com tênis ou com calçados de plataforma.



Uma peça marcante dessa época foi o sutiâ cônico usado pela Madona num de seus shows. A ideia foi de Jean Paul Gaultier e foi copiado no mundo inteiro. Sua influência foi tão grande que até inspirou novos formatos para as garrafas plásticas de refrigerantes.
As "Patricinhas"
A moda jovem era a cópia fiel dos jovens que viviam em Beverly Hills. No Brasil a moda chega com o programa de televisão chamado de “Barrados no Baile”, fazendo com que muitos jovens aderissem aos “modelitos” ou looks, como eram chamados por aqui.

 
Kurt Cobein                             Courtney Love
Também não dá para falar da moda desta década sem mencionar o movimento grunge, cujas expressões eram Kurt Cobein e Courtney Love que faziam muito sucesso em Seattle com seus jeans envelhecidos e rasgados, a camisa de flanela xadrez, cabelos desalinhados, maquiagem escura e batons vermelhos, os agasalhos amarrados na cintura e a explosão dos tênis foram a marca desta época.
Nota-se que as mini-saias estão mais compridas
 (um palmo acima dos joelhos)
Outra figura importante foi Perry Ellis, que lançou uma coleção para o Primavera-Verão de 1993. Era uma moda com tecidos estampados com tons de base em preto, cinza, branco e marrom com uma mistura de saias abertas com calças compridas por baixo para as mulheres.

 


Para os homens, bermudas usadas com uma camiseta justa feita em malha e por cima, um agasalho longo e largo contrastando usada com tênis ou botas de ano curto. Esta coleção lhe custou o emprego. 


Para os mais comportados

 


 




As estampas digitais produziam imagens exclusivas e personalizadas, o que era impossível fazer com a estamparia tradicional. Uma outra vantagem dessas imagens era que o cilindro tradicional permitia apenas a impressão de 8 cores no máximo, enquanto na estamparia digital havia a possibilidade de uma infinidade delas. Uma terceira vantagem é que a criatividade não tinha limites, além de ser mais rápida e com custos mais baixos. E quanto mais exclusiva, maior era o consumo. E as peças eram vendidas a altos preços.

Jennifer Aniston e o seu “The Rachel Cut” ou Chanel

Os cabelos foram marcados por um corte repicado que dava mais movimento. Mas também podia-se usar ainda: cabelos longos ou curtos, lisos ou encarcolados tanto para os homens como para as mulheres. Mas os cortes de cabelos mais usado nessa época no mundo inteiro foi o “The Rachel Cut”, conhecido por aqui como “Chanel”.




No mundo da música, as famosas que ditaram moda entre os jovens foi o grupo Spice Girls. Além das músicas que tomaram conta do gosto jovem, elas também traziam nas roupas tubinhos impressos com as estampas de pele de animais e bandeiras com glitter. Além desse grupo, fazia sucesso a Britney Spears e Gwen Stephani com seu estilo ska-punk.

Britney Spears


Gwen Stephani